Something lost and never seen
theowlandthedragon:

My little companion ❦

theowlandthedragon:

My little companion 

s-stupid:

“Música alta, whiskey descendo pela garganta, cheiro de cigarro e maconha na roupa ou talvez fosse cocaína, não sei. Eu só sei que ninguém estava lucido, todos estavam rindo, outros caindo, e ela, ah, ela dançava, como se música nunca se quer fosse acabar. Tocava um rock dançante, ao mesmo tempo mudava pra eletrônica, talvez fosse coisa da minha cabeça, mas as bebidas estavam mudando de cor. Rápido demais, ela me puxava para dançar comigo, eu mal sabia o que estava fazendo, os olhos e a cabeça girando, estava com muito calor, com muita cede de tequila. A música foi acabando aos poucos, ela foi saindo no meio da multidão e me levando junto, entramos dentro de um carro qualquer, com um alguém qualquer, o som do carro estava quase tão alto quanto da boate, saquinhos com um pó engraçado eram distribuídos igual água. Assim, chegamos a casa dela depois de uns 40 minutos, era um apartamento sofisticado, um tanto com uma decoração erótica, ela tirava a camiseta e me empurrava ao sofá. Gritou:
— Caipirinha por favor.
Do outro lado vinha vindo uma empregada, gostosa, roupas curtas, mas não tanto quanto ela. Trouxe caipirinha de limão, uma garrafa de vodka e 2 copos. Eu estava com tanta cede de bebida, tanto quanto estava com cede de seu corpo, que se formava perfeitamente naquele salto alto, aquele short jeans curto e seu sutiã preto, que agora já estava a vista, e minha calça então, já estava desabotoada.Tomamos nossos drinques, demos algumas risadas, ela ligou o som, diminuiu um pouco as luzes, estava sentindo um cheiro forte, mas viciante, senti uma picada no braço, eu não faço ideia do que era, mas é como se estivessem injetando a mais pura felicidade nas minhas veias.Meus olhos foram embaçando mais do que já estavam, o corpo dela agora estava contra o meu, em segundo nossas roupas foram sumindo, minhas mão já estavam perto dos seios dela… 07:46 da manhã, acordei. Ela estava nua do meu lado, abraçada comigo, por sinal, eu também. Levantei do sofá, coloquei minhas roupas, dei-lhe um beijo na testa e coloquei um bilhete com meu telefone ao lado dela, fui para o trabalho, já estava atrasadíssimo. Aquela noite, eu realmente não sei o que aconteceu, de uma forma um tanto estranha, foi perfeita. Não sei se foi o melhor sexo ou orgasmo da minha vida, a melhor saideira. Poderia ter sido a melhor overdose da minha vida, talvez. Eu já estava sentindo falta dela, sem nem ao menos sabe teu nome, é estranho mas acredite, se duvidar, pode ter sido “amor”.” Lucas (s-stupid)

s-stupid:

Música alta, whiskey descendo pela garganta, cheiro de cigarro e maconha na roupa ou talvez fosse cocaína, não sei. Eu só sei que ninguém estava lucido, todos estavam rindo, outros caindo, e ela, ah, ela dançava, como se música nunca se quer fosse acabar. Tocava um rock dançante, ao mesmo tempo mudava pra eletrônica, talvez fosse coisa da minha cabeça, mas as bebidas estavam mudando de cor. 
Rápido demais, ela me puxava para dançar comigo, eu mal sabia o que estava fazendo, os olhos e a cabeça girando, estava com muito calor, com muita cede de tequila. 
A música foi acabando aos poucos, ela foi saindo no meio da multidão e me levando junto, entramos dentro de um carro qualquer, com um alguém qualquer, o som do carro estava quase tão alto quanto da boate, saquinhos com um pó engraçado eram distribuídos igual água. Assim, chegamos a casa dela depois de uns 40 minutos, era um apartamento sofisticado, um tanto com uma decoração erótica, ela tirava a camiseta e me empurrava ao sofá. Gritou:

Caipirinha por favor.

Do outro lado vinha vindo uma empregada, gostosa, roupas curtas, mas não tanto quanto ela. Trouxe caipirinha de limão, uma garrafa de vodka e 2 copos. Eu estava com tanta cede de bebida, tanto quanto estava com cede de seu corpo, que se formava perfeitamente naquele salto alto, aquele short jeans curto e seu sutiã preto, que agora já estava a vista, e minha calça então, já estava desabotoada.
Tomamos nossos drinques, demos algumas risadas, ela ligou o som, diminuiu um pouco as luzes, estava sentindo um cheiro forte, mas viciante, senti uma picada no braço, eu não faço ideia do que era, mas é como se estivessem injetando a mais pura felicidade nas minhas veias.
Meus olhos foram embaçando mais do que já estavam, o corpo dela agora estava contra o meu, em segundo nossas roupas foram sumindo, minhas mão já estavam perto dos seios dela… 07:46 da manhã, acordei. Ela estava nua do meu lado, abraçada comigo, por sinal, eu também. Levantei do sofá, coloquei minhas roupas, dei-lhe um beijo na testa e coloquei um bilhete com meu telefone ao lado dela, fui para o trabalho, já estava atrasadíssimo. Aquela noite, eu realmente não sei o que aconteceu, de uma forma um tanto estranha, foi perfeita. Não sei se foi o melhor sexo ou orgasmo da minha vida, a melhor saideira. Poderia ter sido a melhor overdose da minha vida, talvez. Eu já estava sentindo falta dela, sem nem ao menos sabe teu nome, é estranho mas acredite, se duvidar, pode ter sido “amor”.” Lucas (s-stupid)